Iniciação ao Hermetismo - Grau IV

Grau IV


Instrução Mágica do Espírito

Com os exercícios dos Graus anteriores, você terá aprendido a como imaginar qualquer coisa, ser ou local, e a como concentrar seu corpo mental (consciência) em qualquer parte do seu corpo físico com facilidade. Agora, com o Grau IV, você aprenderá como transferir o seu corpo mental para qualquer objeto ou ser que você escolher.
Essa é uma parte muito delicada do treinamento mágico e o quão estritamente você adere ao seu código moral pessoal influenciará diretamente o seu grau de sucesso. Se a sua motivação é controlar outro ser, você falhará, com certeza, nesses exercícios. Entretanto, se a sua motivação for apenas aumentar a sua compreensão dos outros, você será bem-sucedido.
A transposição da sua consciência para outro objeto ou ser lhe fornecerá uma compaixão profunda pelas limitações e sofrimentos dos outros. A sua compreensão dos reinos mineral, vegetal, animal e humano irá florescer de um modo que nenhuma outra experiência pode igualar.
Existem quatro tipos ou estágios de transposição de consciência. [Num tópico anterior do fórum de discussão online, eu esbocei três tipos de transposição, mas eu acredito que esses quatro tipos dados aqui explicam melhor esse tópico do que os três tipos que eu descrevi anteriormente.] O primeiro estágio é aquele em que você experimenta as limitações físicas e as dimensões do objeto ou ser. Aqui, não há conexão às sensações, sentimentos e pensamentos do objeto ou ser, e a sua experiência é limitada às suas próprias sensações, sentimentos e pensamentos sobre o objeto da sua transposição. Esse é o tipo mais primitivo e superficial de transposição.
O segundo estágio é aquele no qual você sente as verdadeiras sensações que o objeto ou ser sente. Ainda assim, não há percepção de como o objeto ou ser sente-se emocionalmente ou como ele pensa. No máximo, nesse estágio, você é capaz de supor as emoções e pensamentos do outro, mas você não as experimenta diretamente.
No terceiro estágio de transposição, você experimenta todos os atributos do objeto ou ser para o qual você transplantou a sua consciência. Por exemplo, se você transpuser a sua consciência para um pássaro, você sentirá as sensações do vôo do pássaro, perceberá as respostas emocionais dele e conhecerá seus pensamentos. O mesmo se aplica a qualquer objeto (embora a maioria dos objetos inanimados não experimente emoção ou pensamento) ou a qualquer ser para o qual você transpõe a sua consciência. Nesse estágio, você é um observador do ser inteiro. Algo a se preocupar com esse tipo de transposição é a privacidade pessoal de qualquer ser para o qual você transpõe a sua consciência. No que diz respeito à transposição de sua consciência para outros humanos, você nunca deveria divulgar as emoções internas e pensamentos deles para outros, porque isso violaria a sua privacidade e negaria o direito deles de escolherem por si próprios qual parte de sua vida inteira eles querem externalizar ou compartilhar com outros. Pense por um momento como você se sentiria se alguém violasse a sua privacidade dessa maneira – aprenda assim a nunca causar esse tipo de dano para outros.
Com esse terceiro tipo de transposição, você terá uma profunda compreensão do ser, mas não será capaz de influenciá-lo diretamente de dentro. O que esse tipo fornece, porém, é uma compreensão profunda o bastante do ser, de modo que você saiba exatamente como influenciá-lo de fora. Em outras palavras, ao conhecer as sensações, pensamentos e emoções de outro, a sua compreensão deles lhe permitirá predizer as consequências que cairão sobre elas com o seu conselho, suas tentativas de cura etc. Esse é o estágio associado com “leitura de mentes” e é muito vantajoso para o curandeiro ou o psicoterapeuta.
O quarto e mais completo estágio de transposição da consciência pode levar anos de esforço para dominar e é realizável apenas se se aderiu estritamente ao mais elevado código moral. Com esse quarto tipo, você sai da posição de mero observador para participante ativo. Não apenas você experimenta o ser inteiro (físico, astral e mental), mas você se torna uno também com o ser. Na verdade, o seu corpo mental se une ao corpo mental do ser para o qual você transpõe a sua consciência, e, portanto, você consegue acesso a um grau absoluto de influência direta sobre as ações, emoções e pensamentos do ser. Porém, o ser para o qual você transferiu a sua consciência a esse grau terá também acesso ao seu ser de dentro para fora. Normalmente, o ser para o qual você se transpõe dessa maneira não teria a habilidade mágica de até perceber a sua presença e tomar vantagem da conexão que você estabeleceu. Mesmo assim, as consequências da mutualidade de tal conexão deveriam ser consideradas anteriormente.
O verdadeiro mago pedirá a permissão do outro ser antes de iniciar esse estágio mais completo de transposição da consciência. Todo objeto ou ser é capaz de expressar (de um modo ou de outro, dependendo do tipo de consciência que o objeto ou ser possui) sua vontade ou não de participar desse tipo mais íntimo de união. Se você tentar violar a privacidade de outro ser ao dominar a vontade deles, será a última vez que você o fará. Essa é uma forma de magia muito elevada e, se violada ou abusada, vai escapar de você e permanecer ausente até que você se redima [de forma bastante literal, “re-dimir” significa: dar novo significado a, ou retornar o significado original a algo] o karma negativo que causou naturalmente esse ato.
Essa habilidade é significativa para o mago avançado. O mago fará bem em considerar as implicações dessa habilidade no que diz respeito ao trabalho do Grau X de união com (isto é, “compreensão de”) uma forma divina escolhida; ao trabalho de cura do nível mais íntimo; à união ao MAIOR grau de intimidade com um companheiro, amigo ou guru/mestre; ao controle avançado de substâncias físicas dentro dos parâmetros estabelecidos pela Natureza (lembre-se, cada coisa fisicamente manifestada tem um corpo astral e mental também, ao qual o mago avançado pode se conectar dessa maneira); e à conexão que dois (ou mais) magos igualmente avançados são capazes de estabelecer. As possibilidades são verdadeiramente infinitas e, quando exploradas à sua totalidade, levam o mago ao Infinito.
De qualquer maneira, esses exercícios valem muito o seu esforço. Eles formam a base de muitas das magias superiores para as quais CVA guia o estudante. Para os objetivos do Grau IV, porém, a realização de pelo menos uma experiência do terceiro tipo de transposição que eu descrevi acima é suficiente, desde que se mantenha comprometido a perseguir a transposição sem descanso, até que o terceiro tipo for dominado. É até melhor se você tiver dominado completamente o terceiro tipo antes de passar para o Grau V, porque o Grau V lida diretamente com a entrada para o quarto tipo de transposição.
A Instrução Mágica do Espírito do Grau IV segue o mesmo padrão estabelecido nos Graus II e III. O estudante começa com alguns objetos simples e inanimados e aprende a transpor sua consciência para eles, um por vez. A meta aqui é estabelecer o primeiro tipo de transposição mencionado acima, no qual as dimensões do objeto, seu relacionamento com o que há ao redor e seu uso pretendido são percebidos de dentro para fora.
Quando esse primeiro tipo é dominado com objetos inanimados, o estudante prossegue para os objetos do reino das plantas. Aqui, a meta é estabelecer o segundo tipo de transposição, no qual as dimensões, bem como as sensações experimentadas pelo objeto são percebidas. Por exemplo, se você estiver transpondo sua consciência para uma árvore, você experimenta não apenas a forma da árvore, mas também o modo com o qual a árvore sente as suas raízes e sente o ambiente através da atmosfera.
Uma vez que esse segundo tipo de transposição for dominado com criaturas do reino vegetal, o estudante prossegue para o trabalho com seres mais animados do reino animal. Comece com animais (incluindo insetos etc.) que você consegue observar com seus próprios olhos físicos. Aspire por estabelecer pelo menos o segundo tipo de transposição com eles [estabelecer o terceiro tipo de transposição com um animal nesse estágio é bastante difícil, porque o pensamento e as emoções de um animal são bastante diferentes dos de um humano. É melhor se você aprender o terceiro tipo de transposição com um humano antes de tentá-lo com algo tão diferente da sua experiência, como o funcionamento interno de um animal]. Por exemplo, se você transferir sua consciência para um pássaro, você deveria sentir as limitações e vantagens de sua forma e experimentar como é estar no corpo do pássaro. Uma vez que você tenha dominado essa técnica básica com animais próximos a você, prossiga para animais que você imagina.
Quando você tiver dominado o segundo tipo de transferência para uma forma animal, mude o seu foco para outros humanos. Comece com humanos que são familiares a você (preferivelmente com alguém que você está observando com seus próprios olhos no momento em que está fazendo o seu experimento). No início, estabeleça o segundo tipo de transferência, na qual você sente as similaridades e diferenças da forma deles em particular, e sente como é estar em seus corpos. Esse tipo de transposição não deveria apresentar problemas por agora, porque você já dominou o mesmo grau de transferência com outras criaturas sensíveis como animais e insetos etc. É melhor se você começar com pessoas paradas e depois trabalhar com pessoas em movimento, percebendo qual é a sensação de se mover com os corpos delas. Então faça o mesmo com pessoas que você imagina.
Uma vez que o segundo tipo de transposição para outros humanos for dominado, comece a expandir a profundidade de sua transposição até que estabeleça o terceiro tipo de transferência. Isso se torna mais fácil com alguém que já é familiar a você, porque você já experimenta algum tipo de conexão mental e emocional com essa pessoa.
Alcançar a expansão do contato, saindo do meramente sensorial para os níveis emocional e mental, acontece de modo diferente para cada mago. Eu poderia dizer, “visualize a sua própria consciência se expandindo dentro do outro humano até que faça contato com o ser emocional e mental dele”, ou “aquiete o SEU ser e ouça atentamente ao funcionamento interno do outro humano até que você ouça as emoções e pensamentos DELES”, mas essas declarações não cobririam as várias maneiras que o mago pode encontrar para realizar esse terceiro tipo de transferência. Cada estudante deve chegar a seu próprio método – se, no início, você não for bem-sucedido, tente de novo com uma nova tática.
É especialmente importante aqui diferenciar entre o que VOCÊ pensa que a outra pessoa está pensando e sentindo emocionalmente e o que ELES estão pensando e sentindo de verdade. É fácil imaginar o que eles estão experimentando e falsamente pensar que a sua imaginação é a percepção verdadeira dos pensamentos e emoções deles. Para alcançar o terceiro tipo de transposição genuína com outro ser, o estudante deve olhar além de suas imaginações e perceber os pensamentos e emoções verdadeiros de outros.
Paralelamente a essa percepção dos pensamentos e emoções verdadeiros, vem a percepção de todas as experiências, pensamentos e emoções passadas deles. Essa é uma maneira de saber a diferença entre a sua imaginação dos pensamentos deles e a verdadeira percepção deles. Em outras palavras, se você não sentir o passado da pessoa ao mesmo tempo em que você experimenta o momento presente dela, então você ainda não alcançou o terceiro tipo de transferência.
Eu deveria mencionar que é importante que você se mantenha consciente dos seus próprios limites. Não entre numa empatia tão profunda a ponto de se perder nas emoções e pensamentos da outra pessoa. Nesse estágio, você precisa permanecer como um observador e não se envolver diretamente, especialmente no estado emocional de outrem. É fácil demais romper o seu próprio estado emocional quando efetua esse tipo de contato com as emoções dos outros. Uma maneira fácil de alcançar esse grau de controle é estabelecer esse tipo de transferência por apenas momentos breves no início. Na medida em que você se acostuma a manter seu próprio ser emocional separado de outros, pode com segurança aumentar a quantidade de tempo que gasta nesse estado de comunhão.
Quando você tiver dominado esse terceiro tipo de transposição com uma pessoa, comece a experimentar com outros, até com aqueles não familiares a você e que você apenas imagina. É sempre mais fácil alcançar esse tipo de transposição com pessoas que estão à frente de seus olhos no presente momento. Com prática você deverá ser capaz, por exemplo, de se sentar no meio de um restaurante lotado e estabelecer esse terceiro tipo de transferência com qualquer um dos outros clientes. Lembre-se de SEMPRE respeitar a privacidade dos outros e NUNCA revelar os detalhes do que você aprendeu sobre outro ser dessa maneira.
Quando você tiver alcançado esse terceiro tipo de transferência com humanos, retorne ao seu trabalho com formas de vida não humanas (como animais e plantas). Isso é de certa forma mais difícil, porque essas outras formas de vida vivenciam seus mundos de forma bastante diferente dos humanos. Assim, experimentar seus corpos astral e mental revelará coisas que são estranhas à sua experiência normal e que podem ser difíceis para você compreender no início. Em essência, você deve aprender a como traduzir as emoções e pensamentos deles, originalmente em termos animais ou vegetais, para termos humanos. Isso não é um pequeno feito, mas vale muito o esforço!
Isso constitui um passo importante na expansão da consciência do mago praticante. A última meta do mago é englobar a consciência do TODO ou Ser dentro da própria consciência. Essa é uma expansão infinita de consciência, até que a consciência do mago se une com A Unidade de Todo Ser.
Esse terceiro tipo de transferência para formas de vida não humanas expande muito a consciência humana – é, por assim dizer, um passo finito no caminho para o infinito. Mas tenha coragem, não conseguimos englobar o infinito tomando um número infinito de passos finitos – a algum ponto na estrada, toma-se um pulo enorme do finito para o infinito. Quando e como isso ocorre na vida de um mago está nas mãos da Providência Divina. Não é algo que pode ser forçado – tudo que se pode fazer é ser paciente e persistente.
O trabalho da Instrução Mágica do Espírito do Grau IV é verdadeiramente completo quando você estiver confortável com o terceiro tipo de transferência da consciência para qualquer ser humano que desejar explorar. Algum progresso deveria ser feito no mesmo grau de transferência para plantas e formas animais. Ao mesmo tempo, você deveria se comprometer com a continuação da sua exploração das pessoas ao seu redor dessa maneira.

Perguntas e Respostas

1)           Como a transposição de consciência funciona?

A transposição de consciência é, na verdade, a relocação do corpo mental ou consciência para um objeto ou ser externo. No primeiro tipo de transposição, seu corpo mental não efetua uma conexão real com o corpo mental, astral ou físico do objeto ou ser para o qual você transferiu sua consciência. No segundo tipo, o seu corpo mental faz uma conexão leve com os corpos mental, astral e físico do alvo. E, no quarto tipo, a conexão entre o seu corpo mental e os corpos mental, astral e físico do seu alvo é completa e clara.

2)           Quando eu transfiro minha consciência para outra pessoa, fico com receio de que eu me perderei nela. O que devo fazer?

Essa é uma sensação normal com o terceiro e quarto tipo de transferência. Isso ocorre nos estágios iniciais da viagem mental e astral devido ao fato de que essa ação de separação dos seus corpos mental e astral do seu corpo físico imita o processo de morte. Dessa maneira, o medo vem de uma parte muito primitiva da consciência rudimentar do seu corpo físico. Na transposição de consciência (que é uma forma de viagem mental) isso apresenta um obstáculo inferior do que àquele da separação astral (que lembra mais a morte dos instintos físicos).
Na verdade, existe muito pouca chance de você se perder de fato. Cada um de nossos corpos é conectado por um sutil “cordão” ou “corda” e é apenas quando essas cordas são danificadas que o verdadeiro deslocamento ocorre. Contudo, esse fato não nega o instinto do corpo físico de autopreservação.
A maneira de se superar qualquer reticência invocada por esse tipo de medo físico é dupla. Primeiro, deve-se meditar sobre o fato de que o medo é desnecessário nesse caso. Tente convencer o seu eu interno de que não existe nenhum perigo, mesmo se for parecido com o processo de morte. Segundo, devem-se abordar as transferências do terceiro e quarto tipo gradualmente. Torne as suas primeiras experiências muito breves e aumente devagar daí. Isso introduzirá à sua consciência rudimentar e instintiva do seu corpo físico a ideia de que essa é uma prática segura. Na medida em que seu corpo físico se acostuma à ideia de que ela não é tão perigosa como se instintivamente suspeita, esse medo vai se retrair e não será mais uma barreira para o seu progresso.

3)           Eu sou empático demais. Como evito a adoção dos humores de alguém?

A verdadeira empatia é resultado do estabelecimento do corpo mental com os corpos mental e astral de outros. Para alguns (naturais empatas), essa conexão é fácil, enquanto para outros ela deve ser aprendida.
A ligação íntima estabelecida durante a verdadeira empatia pode apenas ser invocada quando a frequência vibracional de seu corpo mental está em sincronia com a de outros. Isso fornece a pista de como controlar e aprender a empatia.
A habilidade de se estabelecer uma ligação empática é algo muito útil para o mago. Mesmo assim, para o natural empata que ainda não aprendeu a como controlar sua empatia, pode ser um grande fardo. Sendo assim, se você se descobrir adotando os humores de outros através de sua conexão empática, você deve aprender a como controlar sua empatia.
O primeiro passo para se controlar a empatia é se aperceber do seu próprio humor. Claramente defina o seu próprio estado mental e se firme nele. Isso lhe dá a habilidade de claramente distinguir entre o seu humor e o humor da pessoa com a qual você está se “empatizando”. Na medida em que você entra em empatia com outra pessoa, mantenha rédeas curtas sobre o seu próprio estado mental e aja como um mero observador do humor de outros. No início, mantenha a sua distância e não estabeleça uma ligação direta.
Quando você tiver identificado as diferenças entre o seu humor e aquele do seu alvo, de modo devagar comece a alterar a sua frequência mental até que se ajuste àquela do seu alvo. Você saberá quando alcançar a paridade vibracional pelo fato de que você será capaz de sentir diretamente o humor de outrem.
Para evitar se tornar consumido pelo seu humor, você deve tornar a duração de sua empatia muito breve – apenas um segundo ou dois no início. Eu chamo isso de “mergulho”, porque é um processo similar a mergulhar o seu dedo para testar as águas. Repita esse mergulho até ficar confortável mantendo a ligação empática sem totalmente se misturar com o humor de outros.
Em essência, o que você está fazendo é igualar apenas o exterior do seu corpo mental com a frequência do corpo mental de outrem enquanto retém a sua própria frequência no centro de seu corpo mental. Isso lhe coloca na posição de ser capaz de diretamente controlar o quão profundamente o humor de outros penetra o seu corpo mental.
Se você for um empata natural e descobrir que você é empático com praticamente com qualquer pessoa que passe na rua, você precisará se escudar ou restringir o seu corpo mental durante a sua vida diária. Um escudo é simplesmente um vórtice de energia que mantém a sua frequência mental estável e lhe previne de inconscientemente modificar a sua frequência mental para se igualar àquela de outra pessoa. Um escudo age como uma barreira entre você e o corpo mental de outro.
Para erigir um escudo, você precisa primeiro se conscientizar de sua frequência mental normal. Em seguida, enrole um cobertor de energia apropriado ao redor de seu ser e encha-o com a ideia de que ele agirá para conter e preservar a frequência de seu próprio ser mental. Constantemente recarregue sua energia tirando-a diretamente do universo e instrua-a para permanecer em seu lugar durante o tempo que você definir conscientemente. Em outras palavras, fique seguro de que o escudo permanecerá intacto até você desejar estabelecer conscientemente uma ligação empática com uma pessoa.
Com a prática, a criação do escudo lhe ajudará a ganhar novamente o controle sobre sua habilidade empática e preservar seu estado mental. Com uma prática mais profunda, você pode ser capaz de reter o seu escudo presente no interior do seu corpo mental e então estender a periferia do seu corpo mental de modo a estabelecer uma ligação empática segura.
Não importa o quão complicada a sua empatia natural possa parecer no começo, você PODE aprender a controlá-la.

4)           Como eu evito com que alguém transfira sua consciência para mim?

Nesse estágio de CVA, a sua vontade se tornou bastante formidável. Ninguém pode transferir sua consciência em você sem a sua permissão. Agora, se você sentir que alguém tenta estabelecer uma ligação mental sem a sua permissão, tudo que tem a fazer é negar, com vontade, a sua entrada. Em situações extremas, ou se a sua empatia natural não for treinada, você pode sempre criar um escudo para si e isso evitará a invasão de outros.
Devo dizer, contudo, que é muito, muito raro que alguém até mesmo tente transferir sua consciência para você sem sua permissão. Não existe necessidade para paranoia a esse respeito.
Muitas pessoas falam sobre estarem sob “ataque psíquico” etc., mas isso também (quando for um ataque verdadeiro e não autoilusão) requer certo grau de culpabilidade ou consentimento na parte da pessoa atacada. Sem o seu consentimento, qualquer ataque verdadeiro falhará. Infelizmente, deve-se ter certeza de que não existe consentimento inconsciente bem como consentimento consciente. É muito mais fácil negar o consentimento consciente do que o inconsciente, e é por isso que algumas pessoas se descobrem suscetíveis a um ataque até mesmo se acreditam que repreenderam o ataque conscientemente. Novamente, aviso que não há necessidade para paranoia a esse respeito. O verdadeiro ataque psíquico é uma coisa muito rara – normalmente é uma questão de autoilusão.

5)           Consigo realmente controlar alguém dessa maneira?

Apenas com o quarto tipo de transposição você é capaz de influenciar diretamente outra pessoa ou ser de dentro. O terceiro tipo lhe proverá uma compreensão suficiente do outro de modo que você possa alterar o seu comportamento de fora da mesma maneira que você o faz na vida diária. Em qualquer um dos dois casos, mas especialmente com o quarto tipo, você compartilha diretamente as consequências kármicas de sua interferência.
Eu lhe avisarei a NUNCA tentar influenciar diretamente outro ser de dentro sem o seu consentimento total e consciente – você NÃO quer incorrer no débito kármico negativo inerente em tal ato. Até mesmo se você efetuar um tipo de influência inócuo, aparentemente inofensivo, fazê-lo de dentro sem consentimento do outro é um abuso do seu poder que com certeza causará consequências muito desagradáveis. Sendo que uma delas será que suas habilidades mágicas sofrerão um extremo revés!


Instrução Mágica da Alma

Com os exercícios da Instrução Mágica da Alma do Grau III, o estudante aprendeu a como inalar os Elementos em seu corpo inteiro através da técnica de respiração pelos poros. Agora, com o Grau IV, o estudante aprende a como acumular dinamicamente os Elementos nas partes do corpo e nos órgãos, separadamente. Isso é similar ao trabalho prévio com a acumulação dinâmica da força vital.
Nesse estágio de seu desenvolvimento, você deve se assegurar de ter estabelecido um equilíbrio dos elementos nítido, E TAMBÉM você deveria ser capaz de mantê-lo. Isso significa que você deve estar, por agora, capaz de perceber o estado de seu equilíbrio a qualquer momento, e ter a habilidade de corrigir quaisquer desequilíbrios transitórios que encontrar. Isso é de vital importância e você não deveria, de modo algum, proceder com os exercícios do Grau IV com os Elementos até ter alcançado o seu equilíbrio dos elementos. Se você proceder sem esse equilíbrio interno, você arrisca grande dano à sua psique e à sua saúde física.
Do mesmo modo da acumulação da força vital, o estudante é avisado contra acumular os Elementos no cérebro e no coração. Novamente, é apenas a acumulação “dinâmica”, com seu aumento de pressão, que deve ser evitado. Meramente banhar o coração e o cérebro com os Elementos ou a força vital não fará dano algum, mas quando o Elemento ou força vital é condensado e a pressão de uma acumulação dinâmica é invocada, o dano pode ser facilmente acontecer.
O estudante começa mais ou menos da mesma maneira da acumulação da força vital. Comece acumulando sete respirações do Elemento no corpo inteiro através da técnica de respiração pelos poros. Então, mude a sua consciência para o órgão ou parte do corpo e condense o Elemento acumulado naquela área específica.
Essa ação, de se confinar o Elemento acumulado num espaço menor da parte do corpo ou órgão, condensa o Elemento e estabelece uma acumulação mais dinâmica dele. Você deveria sentir claramente os atributos do Elemento e um grau de pressão no órgão ou parte do corpo escolhido.
Quando a sua contemplação dessa acumulação no órgão ou parte do corpo escolhido estiver completa, expanda o Elemento condensado de volta para o corpo inteiro, espalhando-o igualmente pelo corpo e soltando seu dinamismo e pressão. Quando o Elemento é espalhado dessa maneira através do corpo inteiro, solte-o de volta ao Universo através da exalação mágica da respiração pelos poros.
Começando com o Elemento Fogo, repita esse procedimento com cada uma das suas partes do corpo e órgãos (exceto seu cérebro e coração). Então, mude para o Elemento Ar, o Elemento Água, e termine com o Elemento Terra. Sete respirações de corpo inteiro vão bastar até que você tenha se familiarizado com a acumulação de cada Elemento em cada parte do corpo e órgão. Apenas então você deve aumentar o número de inspirações e dessa maneira aumentar a pressão que a sua acumulação dinâmica exerce sobre as suas partes do corpo e órgãos.
Esse exercício é significativo por muitas razões. Uma delas é a de que ela introduz ao estudante a técnica de “condensar” um Elemento. Essa é uma parte importante do uso mágico dos Elementos.
Uma vez que a soltura do Elemento acumulado através do corpo inteiro tenha sido dominada, volte sua atenção à técnica de se soltar o Elemento acumulado do órgão ou parte do corpo diretamente par ao Universo. Isso não é diferente do que você aprendeu sobre a soltura da força vital. Simplesmente expire a acumulação condensada do órgão ou parte do corpo diretamente, sem dispersá-la primeiro pelo corpo inteiro. Com a prática, você deveria, com o tempo, ser capaz de soltar o Elemento acumulado numa única expulsão explosiva, diretamente de volta ao Universo de cada órgão e parte do corpo. Essa é uma técnica mais rápida e mais conveniente e deveria ser dominada com cada Elemento e cada parte do corpo e órgão.
Quando o acima tenha sido dominado, a atenção se volta para como se aprender a inspirar os Elementos diretamente para as partes do corpo e órgãos, sem inspira-los primeiro no corpo inteiro. Esse é exatamente o mesmo exercício que você seguiu na seção da acumulação da força vital.
Começando com o Elemento Fogo, coloque sua consciência na parte do corpo escolhida ou órgão e, daí, inspire o Elemento diretamente para a parte do corpo ou órgão e acumule-o dinamicamente. Comece com sete respirações e aumente daí até ter alcançado seu limite de um nível confortável de tensão. Não estresse demais o seu corpo acumulando um Elemento demais em tempo algum – trabalhe devagar na medida em que aumenta a pressão dinâmica do Elemento condensado e alarga seus limites cuidadosamente. De novo, evite a acumulação dinâmica de um Elemento no seu cérebro ou coração.
Quando a sua acumulação estiver completa, expulse o Elemento de volta para o Universo diretamente do órgão ou parte do corpo. Comece uma expiração ritmada do Elemento e trabalhe mais e mais até a expulsão explosiva.
Repita esse exercício com cada uma das partes de seu corpo e órgãos com cada um dos Elementos restantes.
O exercício seguinte e final dessa seção é de imensa importância para o mago praticante. Eu lhe peço para proceder nesse exercício com gentileza. Vá devagar e tome o tempo que for necessário, porque esse exercício não deve ser feito de forma corrida. A cura e os efeitos equilibradores dessa técnica não podem ser suficientemente descritos.
Os efeitos de equilíbrio desse exercício final são alcançados através da acumulação dos Elementos em suas regiões corporais correspondentes. A principal diferença nesses exercícios, comparados ao trabalho que você já fez, é que aqui, todos os quatro Elementos são mantidos no corpo ao mesmo tempo.
A técnica começa com sete inspirações do Elemento Terra, acumuladas em sua região apropriada do corpo. Isso é mantido e então se inalam sete inspirações do Elemento Água em sua região, etc. Com o tempo, sete inspirações de cada um dos Elementos são acumuladas em sua própria região e mantidas lá.
É como se você estivesse construindo o seu próprio pequeno planeta dentro de seu corpo. Primeiro você coloca a fundação da Terra. Depois você permite que a Água flua sobre sua superfície. Então você deixa a atmosfera do Ar se manifestar gentilmente. Acima do ar, o Fogo queima, radiando sua luz para as profundezas do espaço.
Gaste vários minutos (pelo menos cinco) nesse estado e perceba os elementos equilibradores na medida em que seu ser inteiro, microcósmico, se alinha novamente com o equilíbrio universal, macrocósmico.
Quando você estiver pronto, gentilmente solte cada um dos Elementos de suas regiões, seguindo a ordem reversa (isto é, Fogo, Ar, Água, e então a Terra). No início, domine a soltura através da exalação de sete expirações através dos poros e então progrida lentamente, da maneira usual, até a soltura explosiva.
A questão seguinte aparece, sobre as quatro regiões corporais, sobre o que se faz com os braços e mãos. Bardon fica silencioso sobre esse assunto, portanto eu relatarei o que eu achei melhor na minha própria experiência com esse exercício. Eu relego o ombro, até o cotovelo, à região do Ar; do cotovelo até o pulso, à região da Água; e a mão para a região da Terra. Isso parece expressar seu uso relativo e natureza, bem como sua interação. Cada um modifica o movimento do próximo, com a mão (Terra) sendo a mais complexa modificação do inicial movimento do ombro (Ar).
Quando a acumulação passiva de sete respirações dos Elementos em suas regiões foi dominada, é seguro proceder com o trabalho de acumulação dinâmica. Aumente sua acumulação por uma inspiração em cada região a cada vez que você praticar – retenha o equilíbrio dos elementos. Lentamente eleve a condensação e dinamismo dos Elementos acumulados e gentilmente alargue a plasticidade das regiões do seu corpo.
Novamente, trabalhe com os dois tipos de lançamento ou soltura: a expiração mágica e a soltura explosiva.
Além dos efeitos curativos e equilibradores desse exercício, o estudante se beneficiará também, na medida em que é preparado para o trabalho posterior da acumulação dinâmica dos Elementos em objetos externos.
Esse exercício equilibra os Elementos em todos os três corpos do mago (mental, astral e material). As implicações disso sobre a elevação mágica são incontáveis. Esse é um exercício que você irá, sem dúvida, repetir com alegria pelo restante de sua vida!

Perguntas e Respostas

1)   Isso deveria ser uma acumulação dinâmica ou uma condensação dos Elementos?
Nesses exercícios do Grau IV, você começa estabelecendo uma acumulação dinâmica no corpo inteiro, e então condensa a acumulação inteira no espaço menor de um órgão ou parte do corpo. Uma vez que esse processo tenha sido dominado, você progride para a condensação dos Elementos nos seus órgãos e partes do corpo diretamente, sem passá-la através de seu corpo inteiro. Então, na acumulação nas quatro regiões do corpo, você trabalha com uma acumulação dinâmica diretamente em cada uma das regiões, seguida pelo estabelecimento da acumulação num estado altamente condensado.

2)   Por que eu deveria evitar a acumulação ou a condensação dos Elementos em meu cérebro e meu coração?

Esses dois órgãos, mais do que todos os outros órgãos do corpo humano, dependem da carga elétrica do próprio corpo para funcionarem corretamente. O equilíbrio elétrico é bastante sensível a irregularidades e quando se brinca com isso, o dano pode facilmente ocorrer. Sendo que cada um dos Elementos carrega sua própria carga eletromagnética, acumular os Elementos em qualquer um desses órgãos arrisca a ruptura de seu equilíbrio elétrico normal.
Contudo, quando um Elemento é acumulado, como, por exemplo, o Fogo na região da cabeça (no exercício de equilíbrio dos Elementos), a carga eletromagnética do Elemento se espalha por todos os órgãos da região e dessa forma não ocorre uma perturbação resultante do equilíbrio dentro do cérebro. O mesmo ocorre quando o Elemento Ar é acumulado na região do peito e quando os Elementos são acumulados no corpo inteiro.

3)   Qual é o uso prático desse trabalho com os Elementos?

Primeiramente, o trabalho do Grau IV com a acumulação dos Elementos no seu corpo abre a você muitas opções novas para manter sua saúde corporal.
Segundo, o exercício de equilíbrio dos Elementos terá um grande impacto sobre a sua meta de alcançar um balanço elemental adequado.
Terceiro, esse trabalho é o que torna os rituais de dedos possíveis.
Quarto, esses exercícios lhe introduzem à técnica da condensação dos Elementos. Essa é uma parte rudimentar da verdadeira magia. Condensar os Elementos em seu próprio corpo é o primeiro passo para se aprender a como condensar os Elementos em objetos externos.

Instrução Mágica do Corpo:

O Grau IV termina com uma seção sobre rituais pessoais. Aqui, o estudante deve ser criativo e projeta rituais que são de relevância íntima e pessoal. É claro, as habilidades já aprendidas e própria moralidade do mago têm um grande papel em o quão efetivo cada ritual pode se tornar.
Um ritual, para o verdadeiro mago, é um atalho. Tudo que ele faz é comprimir o labor manual em um curto gesto. Se o mago não for capaz de executar o trabalho manual, então o ritual será inútil. Da mesma forma, a compressão do trabalho manual necessita de uma grande quantidade do próprio esforço. Em outras palavras, para se criar o atalho são necessárias repetições. No início, isso não é um atalho, mas, dados o tempo e o esforço, ele se tornará.
Muitos cerimoniais extravagantes são ensinados em muitos dos grupos, lojas e escolas mágicas, mas ao mago “bardonista” bem treinado essas são práticas relativamente improdutivas. A cerimônia pré-escrita tem a sua importância, mas a verdadeira magia é espontânea. O mago genuíno não tem necessidade de se mostrar publicamente nem fazer coisas teatrais – pode haver momentos em que esses são apropriados, mas o mago não PRECISA deles para fazer valer a sua vontade. Essa é a lição encontrada aqui no fim do Grau IV.
Os rituais mágicos que você cria para si mesmo, não importando o quão simplistas possam ser, lhe servirão muito melhor do que aqueles que você aprende de outras pessoas. Divirta-se, seja inventivo, e sempre trabalhe para o bem de todos!

Perguntas e Respostas

1)   Qual é a razão para se criar esses rituais?

O caminho que Bardon explicita em CVA envolve primeiro o aprendizado das técnicas básicas da magia, seguido pela combinação dessas técnicas de modos que as tornam mais úteis. A ideia aqui é que você precisa primeiro ganhar a habilidade de fazer as coisas do jeito devagar, através de labor manual e esforço, e então aprender a empregar essas técnicas em uma maneira mais rápida e menos trabalhosa. A criação desses rituais simples de dedos representa uma maneira mais rápida de fazer a mesma coisa que você pode alcançar através de esforço próprio. Existe um curto estágio entre o domínio desses pequenos rituais e o trabalho posterior de criação de seres que executarão a sua vontade sem a sua atenção imediata. Ao longo de CVA você verá esse padrão de se pegar coisas simples e torná-las formas mais complexas de magia.
Criar esse tipo de ritual requer muita prática repetitiva e essa é a lição primária a ser aprendida através de seu domínio. Uma vez que você vivenciou esse processo e o dominou, a criação de rituais mais complexos e o aprendizado das práticas mágicas mais elevadas são conseguidos mais facilmente.

2)   Como um ritual de dedos funciona?

O ritual de dedos é similar à prática de se gerenciar pensamentos intrusos durante os exercícios de disciplina mental do Grau I. Ao se repetir o processo de ideação várias vezes, torna-se mais rápido e eventualmente alcança tal grau de rapidez que ele se torna quase automático. Com os rituais de dedos, o emprego dos Elementos no início leva tempo e pensamento extra, mas, com repetição constante, o processo inteiro se torna tão rápido que tudo que você precisará fazer é mover os seus dedos do modo predeterminado e sua vontade será imediatamente executada.
É claro, esses rituais são completamente inúteis se você não for já capaz de manipular os Elementos. Os rituais são apenas atalhos para o desempenho de coisas que você já consegue executar através do labor individual e mais lento. Em outras palavras, um ritual não lhe dará mais poder para fazer as coisas – ele só acelerará a execução de sua vontade.
A técnica em si é muito simples. Se você condensar os Elementos nos seus dedos como exemplificado por Bardon, tudo que você deve fazer é unir os dedos apropriados para soltar seus Elementos e então realizar a sua vontade. Isso requer que você predetermine como os Elementos interagirão e como eles serão dirigidos para executar o efeito desejado. Portanto, existe uma combinação aqui de quatro fatores: os Elementos condensados; o movimento físico; a construção do desejo; e o lançamento explosivo dos Elementos condensados. Dessa maneira, você poderá bem rapidamente encher o seu ambiente com um Elemento, ou combinação de Elementos, e, através de seus atributos, fazer a sua vontade se manifestar.
O quão efetivo seu ritual será depende de suas próprias habilidades. No início, você será capaz de apenas afetar a esfera mental de seu ambiente, mas, com prática, a sua efetividade irá chegar ao astral e com o tempo na esfera física.

3)   Quantos rituais eu deveria projetar?

Comece com um ritual e, quando ele tiver sido dominado, expanda seu repertório por um ritual por vez. Assegure-se de dominar cada ritual antes de iniciar um novo. Eu recomendo não mais do que quatro rituais no total, de modo que isso lhe dá a oportunidade de criar uma série de rituais que dependem primariamente de cada um dos quatro Elementos, enquanto evita a dispersão de poder em que muitos rituais podem incorrer. É bom inventar rituais suficientes para atenderem as suas necessidades, mas não é sábio criar um número sem fim deles.

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